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A mostrar mensagens de Maio, 2016

ANDRÉ SCHWARZ-BART - O ÚLTIMO JUSTO

ANDRÉ SCHWARZ-BART - O ÚLTIMO JUSTO
LE DERNIER DES JUSTES

A publicação do romance O Último Justo deu lugar à atribuição do Prémio Goncourt, o mais alto e disputado galardão literário da França, a um jovem de trinta e um anos, de família judaica, de formação operária, que antes de ter sido estudante na Soubonne fora ajustador. André Schwarz-Bart nasceu em Metz, em 1928. Entrou na Resistência e em 1943 foi preso.  Evadiu-se e integrou-se num maquis. Alistou-se depois no exército e participou na campanha de 1944-45. Pertence a uma família judaica de origem polaca, o que explica a vocação profunda, a angústia dilacerante, a dramática perplexidade que o romance O Último Justo se nos patenteia. Livro estranho - entre a crónica e a epopeia; livro perturbador - entre a ficção e o panfleto, livro gritante de revolta e pleno de um sentimento íntimo e invencível de religiosidade.  
publicações europa-américa - abril de 1961

FRANZ KAFKA - METAMORFOSE

FRANZ KAFKA - METAMORFOSE
METAMORFHOSE

"Quando Gregor Samsa despertou, certa manhã, de um sonho agitado viu que se transformara, durante o sono, numa espécie monstruosa de insecto."
É desta forma que se introduz a história de Gregor Samsa, um incansável caixeiro-viajante que sustenta os pais e a irmã, que se entregam à ociosidade.
Nesta obra, o tema central é a condição humana oprimida e alienada pela sociedade moderna.    
livros do brasil - dezembro de 2004

JEAN PAUL SARTRE - COM A MORTE NA ALMA

JEAN PAUL SARTRE - COM A MORTE NA ALMA
LA MORT DANS L'AME


Estreitamente ligado aos problemas do seu tempo, actuando e participando, Jean Paul Sartre reflecte em toda a sua obra a preocupação básica do existencialismo: ter que optar em todas as situações em que a sociedade, a política, a família ou os hábitos adquiridos colocam o homem face a uma multiplicidade de caminhos possíveis. A liberdade dessa opção coloca o individuo face a uma responsabilidade angustiante: livre de escolher a responsabilidade dessa escolha, as suas consequências, recaem inteiramente sobre ele. Em Com  a Morte na Alma, terceiro e último volume da série «Os Caminhos da Liberdade», a ameaça formulada em Pena Suspensa concretiza-se. A guerra, com toda a sua violência, irrompe inexoravelmente em cada homem a comprometer, por vezes num último acto definitivo, a liberdade e a vida.
livraria bertrand - agosto de 1983


Sobre o Autor:
Jean-Paul Sartre 21 de junho de 1905 – 15 de abril de 1980 Filósofo, dramaturgo e romanci…

PATRICK MODIANO - DORA BRUDER

PATRICK MODIANO - DORA BRUDER

Anos atrás, o narrador (o autor) deparou-se com um anúncio publicado no Paris-Soir de 31 de Dezembro de 1941: "procura-se uma rapariga de 15 anos. Dora Bruder...". Quem era Dora Bruder? Desde esse dia, o destino da jovem judia enredada nas malhas da ocupação alemã nunca mais o largou, obcecado como estava em reconstruir a sua história até aos momentos finais no campo de Auschwitz.
Este livros é assim um combate contra o esquecimento, uma afirmação portentosa dos caminhos redentores da memória - contra tudo aquilo que nos macula e destrói.    
asa editores - dezembro de 2000

VASCO PULIDO VALENTE - GLÓRIA

VASCO PULIDO VALENTE - GLÓRIA


« Vieira de Castro não queria perder a vida num remoto canto da província. Queria conquistar Lisboa e o país. E, sobretudo, que o amassem e o admirassem. Queria glória ».
É a partir da biografia deste homem, José Cardoso Vieira de Castro, que, na segunda metade do século XIX foi « um dirigente académico com alguma importância; um jornalista menor; um escritor sem talento; um político sem poder; um criminoso e um degredado » - que Vasco Pulido Valente constrói uma obra que ele próprio classifica como um livro de história: « Não é um livro de história a fingir de romance, nem um romance documental.», mas história em que as pessoas não se iludem. Glória é um livro sobre a ambição, a paixão, o poder, o dinheiro e o crime.  

gótica - novembro de 2001


DAN BROWN - O CÓDIGO DA VINCI

DAN BROWN - O CÓDIGO DA VINCI
THE DA VINCI CODE

Robert Langdon, conceituado simbologista de Harvard, está em Paris para fazer uma palestra quando recebe uma notícia inesperada: o velho curador do Louvre foi encontrado morto no museu, e um código indecifrável encontrado junto do cadáver. Na tentativa de decifrar o estranho código, Langdon e uma dotada criptologista francesa, Sophie Neveu, descobrem, estupefactos, uma série de pistas inscritas nas obras de Leonardo Da Vinci, que o pintor engenhosamente disfarçou.
Tudo se complica quando Langdon descobre uma surpreendente ligação: o falecido curador estava envolvido com o Priorado de Sião, uma sociedade secreta a que tinham pertencido Sir Isaac Newton, Botticelli, Vitor Hugo e Da Vinci, entre outros.

bertrand editora - 2004


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"Uma obra marcante, cuja riqueza quantitativa e qualitativa pode ser apenas sugerida em uma resenha. O contexto temporal é extraordinariamente amplo... O valor da obra consiste principalmente no fato de que Hauser, fundamentando em um conhecimento preciso de fontes e literatura especializada, reúne resultados excepcionalmente claros da sociologia da arte, da música e da literatura. Com isso, ao lado de uma riqueza de investigação sociológica não específica, são avaliadas as importantes escolas da sociologia burguesa europeia e americana, de Taine, Max Weber, Dilthey, Troeltseh, Simmel, Sombart, Veblen até Karl Mannheim, Levin Schueking e outros críticos. Hauser, além desses pesquisadores burgueses, examina também Marx, Engels, Mehring, Kautsky, Lenin e Georg Lukács e une as descobertas destes às suas próprias observações, dando mostras, assim, de sua imparcialidade. ... Deve-se desejar que sociólogos, assim como historiadores de todas as tendências, estudem cuidadosamente este livr…

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Ligações :
https://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Watzlawick
http://www.wanterfall.com/Communication-Watzlawick's-Axioms.htm

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